Rincón de la Poesía 

Edwin Murillo
Carolina del Sur, EEUU






Acrobat


É isso, meu pesadelo interior
O acrobata percorrendo o abismo
Tenebroso levando
Ao tunel novo um conto safado,
Do nosso tempo

Intransigente mi alma
Yo reflejo lo que no conozco
En un suave balance
y un juego existencial de saudade
sufoca até meus ossos em pó...

A morte minha amante
Vida minha namorada infiel
Nossa libertade pura...

Lo que tú sueñes, só
O que meus versos poderão, só
O que eu voara, só

Força inegável
da minha desavergonhada nudez
e nosso orfanato...

You there, tongue ablaze, ambered eyed
And defiant
Glare on me your holocaust
Theater of sad quills,
Sacrilegious scripts and
Impotent actors

Sleep quietly in your righteousness,
As I stir deep beneath the dreams
Methodically devouring
Your stranglehold of amorality

Lumber into your suicide so poetic
You of the recurrent waves
Until nothing stands ephemeral,
Victorious and vindictive...

Ofereço-lhe só a tinta
Das minhas almas vedadas
Vazando na lona cinzenta
é festa fúnebre
Nossa escravidão...

Presente e invisível
Na coroação
dos espelhos fragmentados
Deita nosso mito, sorrindo e travesso
O caminho incerto

Cantinho e
o açougue do novo amanhecer
Para matar a saudade…

Silençio você, nenhuma voz
Consigo mudar, e você ainda fica
Meu juiz, minha pena, o carrasco de meu pecado

You there judge me
You know not my guilt,
Corroding the viscera
of my consciousness

Llevo sangre en el ojo
Y un veneno invisible de sed
Y venganza
Yo el inauténtico e insensato…









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